Paz

Assunto

Filosofia Política

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Descrição da Ideia

Opomo-nos ao flagelo da guerra que traz morte e destruição, abala famílias e a vida económica, e é o inimigo comum de pessoas pacíficas e produtivas.

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Comentários (1)

  • Luís Faria 13 Março 2013, 11:21 GMT

    Defender o direito individual à legítima defesa não pressupõe que alguém exerça esse direito se for contra a sua vontade. No entanto, no mundo em que vivemos não há praticamente guerras de “legítima defesa” e todas as guerras têm como consequência a morte de muito civis inocentes; um forte pressuposto moral contra a guerra. Para ultrapassar este pressuposto alguém tem de demonstrar que os benefícios da guerra ultrapassam os seus terríveis custos imediatos e, simultaneamente, terá de demonstrar que não há nenhuma outra forma mais humana e barata de obter estes supostos benefícios.

    Prever as consequências de uma guerra é extremamente difícil; qualquer previsão é, no mínimo, um “tiro no escuro” e uma razão insuficiente para matar inocentes. Mas há outras formas mais humanas e baratas de obter os supostos benefícios humanitários da guerra: dar a todas as pessoas atingidas e desesperadas uma oportunidade de começarem a sua vida noutro local e de assim poderem construir uma vida melhor para si e para as suas famílias.

    Desafio quem tiver mais e melhores soluções ou bons argumentos que se sobrepõem ao forte pressuposto moral contra a guerra a deixar as suas ideias em comentário.