Eleições Presidenciais 2011

"Em Janeiro de 2011, o Contraditório lançou a Bolsa de Valores de Ideias Políticas nas eleições presidenciais portuguesas"

2 Janeiro 2011 a 20 Janeiro 2011 em Eleições

Contexto

Em Janeiro de 2011, o Contraditório lançou a Bolsa de Valores de Ideias Políticas nas eleições presidenciais portuguesas. Desde a sua criação que o Contraditório defende o debate elevado, informado e esclarecedor, o escrutínio das ideias e políticas públicas e a participação cívica como elementos fundamentais para a qualidade da democracia e a responsabilização democrática.

 

“O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas”, artigo 120º da Constituição da República Portuguesa.

O estatuto, eleição e as competências do Presidente da República podem ser encontrados aqui.

O Contraditório contactou todas as candidaturas e publica as ideias recebidas. A candidatura de Aníbal Cavaco Silva não respondeu ao pedido do Contraditório e por isso reproduzimos as ideias publicadas no site oficial da sua candidatura. A candidatura de José Manuel Coelho também não respondeu ao nosso pedido e não tinha quaisquer ideias publicadas no seu site à data de lançamento da Bolsa de Valores de Ideias Políticas.

Leia aqui (pdf) o relatório com os resultados finais e a análise à BVIP Presidenciais 2011.

 

Actualização: Com o lançamento do novo site do Contraditório, em Fevereiro de 2013, o formato da Bolsa de Valores de Ideias Políticas mudou e a valorização das ideias foi convertida para a nova escala de avaliação de ideias. No entanto, o conceito inicial mantém-se: o Contraditório defende um mercado livre de ideias e o seu fácil e permanente escrutínio.

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Comentários (5)

  • Miguel Mata Pereira 24 Janeiro 2011, 13:06 GMT

    O Contraditório, com o lançamento da BVIP, tentou lançar um debate sério e ponderado sobre as principais ideias e políticas propostas pelos candidatos presidenciais. É interessante verificar como os resultados finais da eleição coincidem, de modo geral, com os resultados apresentados hoje pelo Contraditório. É pena que a participação em torno deste escrutínio proposto pelo Contraditório não tenha sido mais concorrida. Também aqui a abstenção ocupou um lugar cimeiro. Não se podendo estabelecer uma relação causal a partir desta constatação e não procurando guarida em lugares-comuns, a percentagem de abstenção destas eleições presidenciais, à semelhança de escrutínios eleitorais anteriores, convoca-nos a todos, enquanto cidadãos, a interpelarmo-nos sobre o verdadeiro significado da participação democrática e sobre o nosso papel activo na vida democrática portuguesa.

  • António P. 21 Janeiro 2011, 23:00 GMT

    Parabéns.
    Foi uma 1ª bo(ls)a iniciativa.
    Nos quadros resumos destaco :
    - a nivel das ideias os maiores investimentos foram ( terão que ser ) na melhoria da administração pública e na celeridade da justiça;
    - a nivel dos assuntos o sistema político e curiosamente a educação só em 5º.
    Cumprimentos

  • francisco rebello de andrade 18 Janeiro 2011, 21:22 GMT
    Eu considero que apesar de existir hoje em dia o Primado da Economia sobre a Política, a principal crise a que se assiste é a Política que posteriormente contagia inevitavelmente a realidade económica. O que quero dizer é que se existisse um quadro político credível, competente e minimamente credível, a Economia funcionaria muito melhor. Hoje em dia, quando vejo um político, vejo alguém que eu não gostaria mesmo de ser...
    Por outro lado, e enquanto vivermos, a partir de um determinado nível, num clima de total impunidade, não há mesmo volta a dar. Pode parecer um pormenor esta questão da Justiça, mas para mim é decisivo para que não continuemos na mão de "chicos-espertos" que regularmente conseguem levar a água ao seu moínho, mesmo não tendo qualquer valor como profissionais.
  • Núncio 10 Janeiro 2011, 23:58 GMT

    Um "think tank" político, independente, refrescante. Que bela ideia!

  • Jorge Pinheiro 6 Janeiro 2011, 18:44 GMT
    Há uma questão de fundo. A República, como regime representativo do Estado-Nação, está a meu ver, esgotada, na medida em que o Estado-Nação também o está. Qual o regime que poderá integrar o Estado-Global? Penso que este modelo paroquial acabou. Estamos a eternizar o passado. Que formas de governo mundial podem vir a existir? Esse é o debate que se impõe.